sábado, 10 de abril de 2010


, upload feito originalmente por i ♥ love.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

heart


Day 31/365 - Bakeh, upload feito originalmente por KatieSh.

Blossom


Day 98/365 - Blossom, upload feito originalmente por KatieSh.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O desenvolvimento espiritual é uma jornada íntima - Terra - Monica Buonfiglio

O desenvolvimento espiritual é uma jornada íntima - Terra - Monica Buonfiglio

É possível que uma pessoa seja mais elevada do que outra espiritualmente? Creio que não. Alguns podem ter um nível melhor de percepção, mas não deve existir nenhum tipo de hierarquia. Existem momentos em que buscamos Deus quando nos sentimos impotentes diante de um impasse, quando angustiados, com medo de morrer ou com o sentimento de abandono. Mas não precisamos Buscá-lo, pois Deus vem ao nosso encontro quando elevamos nossas preces a Ele.
Todos nós somos dotados de iguais capacidades, responsabilidades e alguns podem ter mais religiosidade em um determinado período, mas isso não significa que sejam melhores, pois somos espiritualmente iguais perante Deus.
Alguns estudiosos da espiritualidade não se desenvolvem como deveriam e sua energia vital permanece estagnada no chackra instintivo. O resultado é que acabam fazendo contatos espirituais distorcidos. Estes contatos são feitos na mesma frequência energética das pessoas: as esclarecidas recebem mensagens de luz; intermediárias recebem mensagens intermediárias; médiuns instintivos recebem energias igualmente instintivas; em alguma ocasião poderão ou não ter um melhor desenvolvimento da percepção quanto à vida, ao Todo e ao Uno.
É preciso harmonizar os chackras e crescer espiritualmente para contatar a Luz. Só conseguimos isso quando se cria condições apropriadas, através da leitura, orações (que nos colocam em diálogo com Deus), estudo e meditação que se transformam em conhecimento e depois em sabedoria.
Mas, pergunto: como é possível meditar com tagarelice? Como olhar para si mesmo se nos preocupamos com a vida dos outros? Existe a possibilidade de uma leitura profunda em meio a uma festa ou uma conversa banal? Ou de orar sem que haja um período anterior de concentração?
Podemos esclarecer que o desenvolvimento espiritual está ligado à energia chamada kundalini. Todos a possuem, ela é a própria energia vital representada por uma serpente que se insinua ao longo da coluna vertebral, do cóccix, ao alto da cabeça que começa em um ponto de energia localizado entre o ânus e o órgão sexual. Ela irá subir e passar por vários outros pontos energéticos ao longo do corpo, como o chackra supra-renal (localizado quatro dedos abaixo do umbigo), estômago (chackra solar), coração (chackra cardíaco), garganta (chackra laríngeo), entre os dois olhos (chackra da terceira visão), até sair por um ponto na moleira (chackra coronário).
A supremacia espiritual está localizada nos dois últimos chackras, o da terceira visão e o coronário. A energia vital deve sempre ascender em direção ao céu, pois caso contrário, se retornar, o ser humano se tornará instintivo, animalesco e apenas sexualizado.
O desenvolvimento espiritual é algo pessoal, uma jornada íntima, natural, que vai ao encontro a verdadeira essência com o Cristo Interno de cada um.
Quer saber mais sobre o trabalho de Monica Buonfiglio, ou entrar em contato com ela, clique aqui.

Segunda de chuva, mas vejo flores...


dreamy vase, upload feito originalmente por bunbunlife.

Amar


Crochet Heart Garland, upload feito originalmente por yvestown.

domingo, 4 de abril de 2010

Crescer - NOTÍCIAS - Coloque-se no lugar de seu filho

Crescer - NOTÍCIAS - Coloque-se no lugar de seu filho

Coloque-se no lugar de seu filho
Vocês são pais excelentes, claro, mas já parou para pensar se você realmente entende o seu filho? Já imaginou uma nova forma de ouvir e conversar? Essa é a proposta da psicóloga Dina Azrak, em seu novo livro A linguagem da empatia. Saiba mais
Bruna Menegueço

Após um dia cheio de tarefas, estresse e trânsito, você chega atrasada para buscar sua filha na escola. A professora, com cara de poucos amigos, pergunta se você esqueceu a criança. Para completar, você percebe que sua filha está chateada com o atraso. No carro, pelo retrovisor, dá para perceber que ela não quer papo. Mas você tenta: -Poxa, filha, não vai dar nem um sorrisinho para a mamãe? A menina cruza os braços, enfezada. -Então, você acha que a mamãe se atrasou de propósito, né? Deveria se sentir grata por eu vir buscá-la depois desse dia tão difícil.Se você se identificou com essa situação, vai adorar os conselhos da psicóloga Dina Azark, autora do livro recém-lançado A linguagem da empatia (Ed. Summus, R$ 29,90). Nesse livro, a especialista ensina um novo " idioma " que promete melhorar o relacionamento entre filhos e pais – o criancês. Essa linguagem baseia apenas em se comunicar com as crianças de maneira atenciosa, protegendo seus sentimentos, evitando as avaliações e os julgamentos tão automáticos que fazemos o tempo todo. “No começo, vai parecer artificial, mas não desanime”, diz a autora.O livro dá sugestões práticas de como os pais poderiam agir. No " criancês ", a situação acima poderia se desenrolar de forma diferente.-Puxa, estou vendo uma menina bem zangada no banco de trás. (Com essa frase, a mãe muda o foco da discussão e capta os sentimentos da filha. Abre-se um canal de sintonia afetiva entre elas). -Estou muito, muito brava! -Hummm... (Essa interjeição reconhece o sentimento da criança em vez de negá-lo. -Você demorou! Fiquei com medo que você não viesse me buscar mais. -Eu garanto que você não iria dormir na escola.Veja algumas dicas para testar essa linguagem no seu dia a dia:• Ouça seu filho com toda a atenção. Falar para um pai desatento é desencorajador. Muitas vezes, a criança só precisa de um silêncio acolhedor. • Compreenda os sentimentos do seu filho. Em vez de fazer perguntas e oferecer conselhos que julgam, reconheça o que ele está sentindo com uma palavra. Pode ser um “Oh”, “Hum”, “Sei”. • Dê nome aos sentimentos da criança. É confortante para ela saber que alguém reconheceu o que está vivenciando: “Isso deve deixar você com raiva mesmo”. • Realize os desejos da criança brincando com a fantasia. Se não puder atender aos desejos do seu filho, não explique com tanta lógica: “Qual super-herói você gostaria de ser para nos tirar desse trânsito?” • Não ameace seu filho, explique, acrescente uma informação. Ao surpreender o filho de 4 anos escrevendo na parede, diga com voz firme: “As paredes não forma feitas para escrever. O papel, sim!”. Se você tivesse o ameaçado, a criança entenderia como um desafio, ficaria mais ansiosa e faria novamente. • Ponha-se no lugar do seu filho. Quando você inverte os papéis, consegue entender a reação da criança e fica mais fácil, conversar e resolver. • Use a criatividade para resolver as confusões do dia a dia com seus filhos. Uma boa dica é escrever um bilhete. Essa ideia serviu direitinho para um casal que gostaria de dormir um pouco mais aos domingos, mas era impossível porque as crianças corriam para o quarto assim que acordavam. Uma manhã, eles encontraram um cartaz na porta: FAROL VERMELHO – PAPAI E MAMÃE DORMINDO. As crianças atenderam ao pedido e voltaram mais tarde. O cartaz, então, dizia: FAROL VERDE – QUEREMOS BEIJINHOS DE BOM DIA!

sábado, 27 de março de 2010

Chico Xavier, e suas vidas! | Magia Zen

Chico Xavier, e suas vidas! Magia Zen

Em 2 de abril de 2010, data em que Chico Xavier completaria 100 anos, estreia Chico Xavier - O Filme, baseado na biografia “As Vidas de Chico Xavier”.
Francisco Cândido Xavier (Pedro Leopoldo, 2 de abril de 1910 - Uberaba, 30 de junho de 2002), nascido como Francisco de Paula Cândido e mais conhecido popularmente por Chico Xavier, notabilizou-se como médium e célebre divulgador doEspiritismo no Brasil.
Educado na fé católica, Chico teve seu primeiro contato com a Doutrina Espírita em 1927, após fenômeno obsessivo verificado com uma de suas irmãs.
Chico é lembrado principalmente por suas obras assistenciais em Uberaba, cidade onde faleceu. Nos anos 1970 passou a ajudar pessoas pobres com o dinheiro da vendagem de seus livros, tendo para tanto criado uma fundação.
Chico teria se manifestado pela primeira vez aos quatro anos de idade. Ele dizia ver e ouvir os espíritos e conversava com eles. Aos 5 anos conversava com a mãe, já desencarnada.
No mês de maio de 1927, participou de uma sessão espírita onde vê o espírito de sua mãe, que lhe aconselha ler as obras de Allan Kardec, em junho ajudou a fundar o Centro Espírita Luiz Gonzaga, e em julho inicia os trabalhos de psicografia escrevendo 17 páginas. Em 1928, aos 18 anos, começou a publicar suas primeiras mensagens psicografadas nos jornais O Jornal, do Rio de Janeiro, e Almanaque de Notícias, de Portugal.
Chico Xavier desencarnou (faleceu) aos 92 anos de idade em decorrência de parada cardíaca. Conforme relatos de amigos e parentes próximos, Chico teria pedido a Deus para morrer em um dia em que os brasileiros estariam muito felizes, e que o país estaria em festa, por isso ninguém ficaria triste com seupassamento. O país festejava a conquista da Copa do Mundo de futebol de 2002 no dia de seu falecimento.
Chico Xavier psicografou 451 livros, sendo 39 publicados após a morte. Nunca admitiu ser o autor de nenhuma dessas obras. Reproduzia apenas o que os espíritos lhe ditavam. Por esse motivo, não aceitava o dinheiro arrecadado com a venda de seus livros. Vendeu mais de 50 milhões de exemplares em português, com traduções em inglês, espanhol, japonês, esperanto, italiano, russo, romeno, mandarim, sueco e braile. Psicografou cerca de 10 mil cartas de mortos para suas famílias. Cedeu os direitos autorais para organizações espíritas e instituições de caridade, desde o primeiro livro.
“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.”Chico Xavier

sexta-feira, 26 de março de 2010

Chico Xavier


, upload feito originalmente por Janaína Andrade.

YouTube - 'Eat, Pray, Love' Trailer HD

YouTube - 'Eat, Pray, Love' Trailer HD

Essa foi a base da minha inspiração para este blog.
O livro é maravilhoso!!!
Mexeu comigo e com a forma de usar minha conversa interior.

terça-feira, 23 de março de 2010

ESCUTE A VOZ QUE VEM DE DENTRO




Autor Desconhecido

Felicidade não vem dos outros. Vem de Você. Só Você tem o dom de transformar sua vida. Se está esperando outras pessoas mudarem, fazerem ou trabalharem para sua felicidade, vai esperar eternamente, porque felicidade é obra somente sua.

Tudo que é valioso vem de dentro. A pérola está dentro da concha. O ouro está guardado dentro da terra ou dentro da água. O valor do livro está dentro das páginas. O tesouro está protegido dentro do cofre. Por que o reino do céu está fora? Fora de nós? O reino do céu está dentro de nós.

Buscamos sermos felizes por fora. Queremos aquela carreira profissional. Queremos aquele homem ou aquela mulher. Desejamos possuir um belo físico. Almejamos o carro do ano, o mais moderno do que o dos amigos. Queremos a roupa mais vistosa e, se possível, com marca famosa. Fazemos de tudo para sermos o mais popular entre os amigos ... Buscamos a felicidade por fora de nós. Por isso somos tão infelizes. Ninguém pode fazer o outro feliz. Só ele mesmo.

Não faça promessas impossíveis do tipo: benzinho farei você muito feliz! É muita responsabilidade. Podemos compartilhar felicidade com outra pessoa e não trabalhar dentro dela porque isso é obra individual. Nem Deus mexe com o interior do homem. Cada criatura é um universo único.

Não queira ser igual ao outro. Não queira copiar o outro, o que ele veste, o que ele faz ou o que ele fala. Seja Você mesmo. Não copie.

Não se prenda com as opiniões dos outros. Se Você acha que é assim diga “eu acho assim”. Não se preocupe com as opiniões de fora, se preocupe com a sua opinião – de dentro de Você.
Claro que se fizer algo errado ou que ofenda ou machuque, procure se corrigir. Há leis que temos que respeitar, leis humanas e divinas. Seja sincero, se não quer ou não gosta de algo, diga: “não gosto”. E se ouvir algo que não gostou, não se sinta infeliz. Não ligue. Não ligar é não se deixar ofender, magoar. Não é o outro que fez Você se magoar, é Você que se deixou magoar ou ofender. Você é que escolhe o que vai sentir e não a outra pessoa. Os outros não mexem em nosso sentimento, só nós. Eles estão fora, nós estamos dentro. Não se envergonhe daquilo que sentiu. Sentir é humano. Só as pedras não sentem raiva, orgulho, vaidade, amor, alegria ... Procure conhecer o grau dos seus sentimentos e assim, seja senhor deles, e não escravo. Não reprima aquele sentimento que o faz se envergonhar. Eduque-o. Reprimir um sentimento é reprimir todos. Repressão traz doenças na alma.

Assuma seus erros e se perdoe. O erro leva-nos ao acerto e o acerto nos leva à ascensão.

Outra coisa importante é sobre o apego. Não nos apeguemos às coisas, às pessoas ou situações. Um dia as coisas serão transferidas para outros “donos”, as pessoas partirão e as situações se modificarão. Nada está parado no Universo. Os que param, estacionam. Mudança é progresso. As pessoas nascem sozinhas, morrem sozinhas e sozinhas viajam pela eternidade. Não fique na dependência do outro, deixe o outro livre para crescer também. Cada viajante carrega a sua própria mala e esta mala se chama experiência. A experiência é individual.

Não fique preso às coisas de fora. Ouçamos a voz que chama e ela está no nosso universo interno. Essa voz está nos convocando para entrar dentro de nós e nos pergunta: quem somos? Temos que saber a resposta.

Ligue-se consigo antes de se ligar às outras pessoas. A solidão que está reinando em toda humanidade nos dias atuais veio, justamente, para facilitar esse conhecimento. Quando estamos em lua de mel com nossos amores, amigos e família, não temos tempo para entrar no nosso reino do céu. O tempo urge e a urgência do auto-conhecimento do homem é para fazê-lo
Nascer. O nascimento é de dentro para fora. Conhece-te a ti mesmo. Quem és, de onde vens e para onde vais?

sexta-feira, 12 de março de 2010

O que revela essa linda história


Marley e Eu (Marley and Me) é filme recente lançado simultaneamente em vários países na virada do ano 2008-2009. Deverá estar disponível em DVD em junho de 2009. O filme traz os conhecidos rostos de Owen Wilson e Jennifer Aniston e uma história que prende o interesse do começo ao fim. É baseado em fatos reais, originalmente narrados por John Grogan, personagem no filme e na vida real, em seu primeiro livro (2005) do mesmo nome do filme, que rapidamente virou best-seller nos Estados Unidos. Ele apresenta o relato de dois jornalistas, recém-casados e recém-chegados à Flórida. Eles constroem suas vidas profissionais e como casal, enfrentando positivamente as incertezas e lutas da jornada, com muito amor e fidelidade, enquanto vivenciam o crescimento da família com a chegada dos filhos.
Não é filme evangélico, mas nessa era, em que os valores cristãos são sistematicamente desrespeitados ou apresentados como ultrapassados e anacrônicos, o filme vem como uma lufada de ar fresco em um mundo saturado pelo ar estagnado da morte intelectual e moral. O elo de ligação da história é o cachorro do casal: Marley; no entanto, a narrativa transcende os episódios decididamente engraçados e bem humorados vividos pelo enorme animal. Com sua postura atrapalhada e incorrigível, Marley tanto traz alegria, como muita confusão e problemas ao jovem casal. Os filhos vão chegando e com eles maior complexidade à vida de cada um, mas o desenrolar da história vai se ancorando em princípios que realmente resultam em casamentos estáveis e na felicidade dos cônjuges. Não quero dar os detalhes da história, nem revelar o que acontece, mas destaco os seguintes pontos positivos, que podem tanto servir de exemplo para jovens, como também para reuniões de casais, que fariam bem vendo e discutindo os temas, conforme eles vão transparecendo no filme:
1. Há felicidade real no casamento – Grogan não tem uma vida profissional bem resolvida. Semelhantemente a uma enorme maioria das pessoas, o que realmente ele gosta de fazer, não é o que faz. As oportunidades são paralelas, mas não exatas às projeções feitas por ele mesmo, ou por sua esposa. Ele tem que aprender a viver com os caminhos misteriosos que Deus descortina à nossa vida. No entanto, no casamento os dois se apóiam mutuamente. Discutem as questões, procuram agradar um ao outro. Demonstram amor real. Por vezes sacrificam-se um pelo outro, em um reflexo do verdadeiro amor registrado em 1 Coríntios 13.5: o amor “não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal”. Grogan tem um amigo, desde a universidade, colega de profissão; o Sebastian. Contrastando com a estabilidade matrimonial de Grogan seu amigo é o que se chama comumente de “solteiro inveterado”. Aquela categoria que, aparentemente, goza de liberdade e está sempre pulando de um relacionamento a outro. Se tivermos a percepção aguçada, entretanto, veremos que essa suposta felicidade cobra o pedágio da solidão, da impropriedade e da sonegação de todos os benefícios trazidos com a responsabilidade bíblica do casamento. Basta observar o avançar dos anos e o aprofundamento do relacionamento do casal, contrastando com o insucesso do Sebastian na manutenção de um relacionamento real, intencionado por Deus, quando fez “dois em uma só carne”.
2. O tratamento dos animais é revelador do caráter das pessoas – Provérbios 12.10 diz: “O justo atenta para a vida dos seus animais, mas o coração dos perversos é cruel”. O filme apresenta o cuidado e carinho com o Marley, animal de estimação escolhido pelos dois. O cachorro serve como professor involuntário de paciência, determinação, devoção, reconhecimento e abnegação, para o casal e, depois, aos filhos. Ou talvez um animal de estimação desperte essas características das pessoas, formadas à imagem e semelhança de Deus, que se encontram obscurecidas pelo pecado. Mas temos de reconhecer que mesmo os descrentes são possibilitados pela Graça Comum de Deus a terem esses sentimentos e de demonstrarem traços de caráter que emulam os ideais bíblicos comportamentais. Se é assim com os que não temem a Deus, quanto mais nós, cristãos, deveríamos demonstrar esse exemplo de caráter, em nossas vidas, conhecedores que somos “das coisas do Espírito”. Realmente, é inegável que a Palavra indica que o tratamento dos animais revela a índole das pessoas. Jacó, na ocasião de sua morte, ao avaliar os seus filhos (Gn 49.5 e 6), fala contra Simeão e Levi que, em “sua vontade perversa” mutilaram touros com suas espadas. Jacó os caracteriza como violentos e furiosos.
3. A fidelidade é demandada, no casamento – esse é o projeto divino (Mateus 19.3-11). O casal do filme enfrenta fases serenas e fases difíceis. Tempos de bonança e ocasiões de tempestades. No entanto há um vínculo de fidelidade que faz com que o mero pensamento de quebra dos laços matrimoniais seja algo rejeitado de imediato, quando sugerido, pelo amigo “solteirão”. Do lado da esposa, a reflexão séria afasta qualquer intenção de abandono do lar.
4. Os filhos são uma bênção, no lar – Esse é um princípio encontrado em diversos trechos das Escrituras, como no Salmo 127.3: “Herança do Senhor são os filhos”. O casal do filme inicialmente protela ter filhos, mas logo fica evidente que algo está faltando na família. Cada filho chega com suas dificuldades, e dando muito trabalho; mas a bênção de cada um vai ficando evidente no desenrolar da história. Os comentários e conselhos que o casal recebe, revela, também, como os filhos representam, realmente, uma dádiva ao casamento, mesmo por aqueles que menosprezam o valor de sua própria prole.
Não quero dar a impressão que o filme, sobre um animal de estimação, é um manual conjugal. É simplesmente uma ocasião de diversão, com muito humor, muitas risadas, muita alegria; mas igualmente com muita seriedade e sempre sobre um pano de fundo de um casamento estável, valorizado e feliz. Muitos terapeutas têm escrito sobre a validade dos animais de estimação, até porque desviam a atenção das crianças delas próprias e possibilitam que se concentrem também no bem estar de uma criatura que passa a depender delas (e da família) para o seu cuidado e bem estar. O filme mostra esse ponto, também.
A história é contada com muita competência, sem cenas melosas ou piegas demais; com bastante ação e movimentação. O fato do filme estar baseado em uma história real, para mim, despertou maior interesse. Verifiquei, também, como é importante o registro da história da família, como fez Grogan, ainda que motivado por razões profissionais (era jornalista, e crônicas eram a sua função), mas tais registros foram servindo de referenciais à família e, principalmente, aos filhos. Hoje em dia, damos pouca importância aos registros da nossa história, mas esses servem muito ao proveito dos nossos próprios familiares, e isso fica evidente, no filme. Recomendo que o assistam. Não é necessariamente um filme para crianças. Mesmo sem cenas de sexo, há momentos da intimidade do casal que são mais adequados a adolescentes maduros ou para os adultos. Ah, ia esquecendo! Prepare o lenço, pois a dose de emoção, especialmente para quem já teve algum animal de estimação, que pode ter diversas memórias despertadas, é bastante intenso e profundo. Em paralelo às risadas, as lágrimas, com certeza, vão aflorar em diversos momentos. Na realidade, uma espectadora (notem o gênero), uma fila à frente, chegou a soluçar audivelmente, quem sabe, lembrando algum animalzinho de estimação em sua vida!
Autor: Solano Portela
Extraído do Site O Tempora o Mores!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Ensinamentos budistas

Sigo a Filosofia do Yoga, que é uma ciência, um método para a união espiritual. O objetivo final do yoga é alcançar a experiência constante do Ser divino dentro de nós
E, gosto muito da Psicologia do Budismo Tibetano. Assim, gostaria de contemplar um pouco sobre AS QUATRO NOBRES VERDADES do Budismo. São elas:
1. O sofrimento existe.2. O sofrimento tem suas causas.3. É possível eliminar essas causas.4. Existe um caminho para eliminá-las.
Essas verdades são semelhantes a uma receita médica: diagnóstico da doença, a causa desta doença, o remédio para curá-la e a receita de como tomá-lo.
É um médoto para crescermos espiritualmente que nos ajudará a superar nossas ideias limitadas sobre nós mesmos e a abrir nosso coração para sentir compaixão, bondade e ter uma melhor comunicação com o outro.
A PRIMEIRA NOBRE VERDADE: “O sofrimento existe”
Esse é um ponto inicial da lógica do Budismo: a constatação da existência do sofrimento e de que todos os seres estão sujeitos a ele.
Entenda que não é uma filosofia pessimista nem derrotista. Ela nos ensina que podemos despertar nossa sabedoria para não sofrer com o sofrimento.
É difícil lidar com o sofrimento das separações, do envelhecimento, das doenças, da morte. Sentimos como se não fosse justo ou correto sofrer esses processos.
No entanto, se não houvesse o sofrimento não seria preciso buscar a sabedoria e a coragem de superar a dor. É a consciência do sofrimento que gera a energia da sabedoria e não o sofrimento em si mesmo.
A dor em si não purifica nada. Sofrer sem sabedoria é acumular mais dor e confusão. Para nos libertarmos de um sofrimento, temos que nos desapegar dele. É importante transformá-lo em autoconhecimento, humildade, paciência.
Como disse Dalai Lama: “O sofrimento aumenta nossa força interior”.
A SEGUNDA NOBRE VERDADE: ‘O sofrimento tem suas causas”
Essa nobre verdade se refere à origem do sofrimento. A causa principal do sofrimento é ter uma visão incorreta da realidade: pensar que tudo pode durar para sempre. É não aceitar a impermanência da vida e das coisas.
Assim, surge o apego, a raiva e a ignorância, que são três venenos mentais.
Interpretamos a realidade como positiva ou negativa de acordo com nossas projeções mentais. O mecanismo da projeção interfere nas circunstâncias de nossa vida e no modo como vemos as situações e pessoas.
O sofrimento é causado pelo apego ao eu, pelo interesse do nosso ego voltado para si próprio. A nossa aversão ao sofrimento atrai negatividades e obstáculos, que trazem ansiedade nervosa, medos e expectativas para nossas vidas.
É importante purificar essa mente voltada somente para si mesma com todos seus apegos e desejos egoístas. É preciso procurar manter um estado de relaxamento, de aceitação e abertura diante de tudo e de todos.
TERCEIRA NOBRE VERDADE: “É possível eliminar as causas do sofrimento”
Essa nobre verdade se refere à cessação do sofrimento. Podemos nos libertar do sofrimento. Não temos que ficar sofrendo para sempre. Desse modo, aceitamos o sofrimento para transformá-lo, e não como uma punição ou uma cruz que temos que carregar.
Lama Michel Rinpoche disse “Sofrimento é ter apego à dor. Uma coisa é a gente ter dor e sofrer com isso, outra é dizer: ‘Está doendo, mas por que vou sofrer, passar mal? ‘ Dor e sofrimento são coisas diferentes. Uma coisa é a gente ter dor, e outra é ter sofrimento. Você pode ter a dor e não achar que ela é algo ruim, pode transformá-la”.
Podemos abandonar as emoções destrutivas e os venenos da mente. (Clique aqui e leia sobre os três venenos da mente).
QUARTA NOBRE VERDADE: ”O Caminho para eliminar as causas do sofrimento”
Refere-se ao Nobre Óctuplo Caminho para a extinção do sofrimento. É uma jornada de oito passos que devemos fazer com nossa mente, corpo, fala e ações para superar o sofrimento.
As oito nobres atitudes ou passos corretos são:
1. Entendimento correto2. Intenção correta3. Fala correta4. Ação correta5. Modo de vida correto6. Esforço correto7. Concentração correta8. Meditação correta
Esses sábios ensinamentos não podem ser apenas entendidos intelectualmente, é preciso vivenciá-los. Senti-los como experiências pessoais.Não adianta apenas ler, assistir palestras ou ter uma compreensão intelectual sobre eles, pois pareceriam distantes e impossíveis de se realizar.
Desenvolver a aceitação dos acontecimentos é uma grande sabedoria. Aceitação não é resignação ou acomodação, mas um ponto de partida.
A consciência daquilo que é preciso aceitar como real e inevitável pode ocorrer em nossa mente de imediato, porém a aceitação emocional do mesmo fato pode demorar a acontecer. Intelectualmente aceitamos o sofrimento, mas emocionalmente ainda relutamos em aceitar.
Posso compartilhar minhas experiências, mas você precisa ter suas próprias experiências para alcançar os benefícios e frutos da caminhada espiritual.
Contemple sobre essas nobres verdades e comece a transformar-se. Tenha a resolução de dar os primeiros passos e siga adiante. Fique em paz! Namastê!

Emilce Shrividya Starlingé professora de Hatha Yoga

Respeito pelo outro começa por si mesmo

"Todos sabemos que a falta de respeito com o outro, seja esse quem for, é apenas o reflexo da falta de respeito por si mesmo, e principalmente da falta de autoconhecimento"

dentro de nossa própria família e muitas vezes, dentro de nossa própria casa. Quantas pessoas são violentadas, agredidas, desrespeitadas, pelo marido, mãe, filho, tio, irmão, etc., e não conseguem forças nem para se defender?Até aonde vai o limite da tolerância e paciência diante desses fatos? Paciência... penso que esse é um dos nossos grandes aprendizados que todos temos que obter, mas como agir quando estamos sendo lesados, prejudicados, injustiçados, passados para trás? Como lidar com o sentimento de impotência frente às várias situações que nos são colocadas no dia-a-dia?Pessoas que são agressivas em seu modo de falar, agir, e assim, intimidam, humilham, envergonham, querem conseguir o quê? O respeito que eles mesmos não sentem por si próprios? Se impor perante o outro, apenas com o intuito de mostrar que quem manda é ele? Afinal, qual a vantagem que se obtém no desrespeito? Todos sabemos que a falta de respeito com o outro, seja esse quem for, é apenas o reflexo da falta de respeito por si mesmo, e principalmente da falta de autoconhecimento. Não pretendemos ser melhor que ninguém, mas não podemos negar que cada um age de acordo com seu nível de evolução, e quem sabe vendo por esse prisma, conseguimos compreender as limitações, para não dizer, maldade, do ser humano para com seu próximo. É lamentável que cada vez mais a falta de respeito, e em seu extremo e conseqüência, as atrocidades existam, e se fazem presente dentro de nossas casas, quando não literalmente, pela mídia; mas devemos, sim, aprender também a nos defender; de maneira honesta, responsável, ética, mas nos defender. Como? Começando por cada um fazendo uma análise de seus próprios comportamentos, observando-se como age com aqueles que ama, com amigos, conhecidos e principalmente, desconhecidos. Se após sua análise profunda e verdadeira, concluir que não há o que mudar em si mesmo, ou se você até tem o que mudar, mais respeito pelos outros e por si mesmo não lhe falta, continue assim! Afinal, não é porque algumas pessoas, ainda que seja maioria, não respeitam nada, nem ninguém, é que iremos mudar nosso próprio jeito de ser para nos tornar igual. Devemos sim, aprender com aqueles que exercitam acima de tudo a humildade e respeito, e ter paciência com aqueles que não sabem ou ainda, não aprenderam, que o respeito pelo outro começa com o devido respeito por si mesmo.


Rosemeire Zago é psicóloga clínica com abordagem junguiana>> Mais informações >>
Vya Estelar - Comportamento - Respeito pelo outro começa por si mesmo

Portal da Familia - Os 10 mandamentos do Casal

Portal da Familia - Os 10 mandamentos do Casal


Os 10 mandamentos do Casal
Prof. Felipe Aquino
Uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que trabalhava em terapia conjugal, elaborou "Os Dez Mandamentos do Casal". Gostaria de analisá-los aqui, já que trazem muita sabedoria para a vida e felicidade dos casais. É mais fácil aprender com o erro dos outros do que com os próprios.
1. Nunca irritar-se ao mesmo tempo
A todo custo evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois acione o mecanismo que assegure a calma de ambos diante da situação conflitante. É preciso convencermo-nos de que na explosão nada será feito de bom. Todos sabemos bem quais são os frutos de uma explosão: apenas destroços, morte e tristeza. Portanto, jamais permitir que a explosão chegue a acontecer. D. Helder Câmara tem um belo pensamento que diz: "Há criaturas que são como a cana, mesmo postas na moenda, esmagadas de todo, reduzidas a bagaço, só sabem dar doçura...".
2. Nunca gritar um com o outro
A não ser que a casa esteja pegando fogo.Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Alguém me disse certa vez que se gritar resolvesse alguma coisa, porco nenhum morreria... Gritar é próprio daquele que é fraco moralmente, e precisa impor pelos gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.
3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro
Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não. Portanto, se por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro "vença", para que mais rapidamente ela termine. Discussão no casamento é sinônimo de "guerra", de luta inglória. "A vitória na guerra deveria ser comemorada com um funeral"; dizia Lao Tsé. Que vantagem há em se ganhar uma disputa contra aquele que é a nossa própria carne? É preciso que o casal tenha a determinação de não provocar brigas; não podemos nos esquecer que basta uma pequena nuvem para esconder o sol. Às vezes uma pequena discussão esconde por muitos dias o sol da alegria no lar.
4. Se for inevitável chamar a atenção, fazê-lo com amor
A outra parte tem que entender que a crítica tem o objetivo de somar e não de dividir. Só tem sentido a crítica que for construtiva; e essa é amorosa, sem acusações e condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar duas qualidades do outro. Isso funciona como um anestésico para que se possa fazer o curativo sem dor. E reze pelo outro antes de abordá-lo em um problema difícil. Peça ao Senhor e a Nossa Senhora que preparem o coração dele para receber bem o que você precisa dizer-lhe. Deus é o primeiro interessado na harmonia do casal.
5. Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado
A pessoa é sempre maior que seus erros, e ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos. Toda vez que acusamos a pessoa por seus erros passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles. Certamente não é isto que queremos para a pessoa amada. É preciso todo o cuidado para que isto não ocorra nos momentos de discussão. Nestas horas o melhor é manter a boca fechada. Aquele que estiver mais calmo, que for mais controlado, deve ficar quieto e deixar o outro falar até que se acalme. Não revidar em palavras, senão a discussão aumenta, e tudo de mau pode acontecer, em termos de ressentimentos, mágoas e dolorosas feridas. Nos tempos horríveis da "guerra fria", quando pairava sobre o mundo todo o perigo de uma guerra nuclear, como uma espada de Dâmocles sobre as nossas cabeças, o Papa Paulo VI avisou o mundo: "a paz impõe-se somente com a paz, pela clemência, pela misericórdia, pela caridade". Ora, se isto é válido para o mundo encontrar a paz, muito mais é válido para todos os casais viverem bem. Portanto, como ensina Thomás de Kemphis, na Imitação de Cristo, "primeiro conserva-te em paz, depois poderás pacificar os outros". E Paulo VI, ardoroso defensor da paz, dizia: "se a guerra é o outro nome da morte, a vida é o outro nome da paz". Portanto, para haver vida no casamento, é preciso haver a paz; e ela tem um preço: a nossa maturidade.
6. A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge
Na vida a dois tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas. A falta de atenção para com o cônjuge é triste na vida do casal e demonstra desprezo para com o outro. Seja atento ao que ele diz, aos seus problemas e aspirações.
7. Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo
"Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento" (Ef 4,26b)Se isso não acontecer, no dia seguinte o problema poderá ser bem maior. Não se pode deixar acumular problema sobre problema, sem solução. Já pensou se você usasse a mesma leiteira que já usou no dia anterior, para ferver o leite, sem antes lavá-la? O leite certamente azedaria. O mesmo acontece quando acordamos sem resolver os conflitos de ontem. Os problemas da vida conjugal são normais e exigem de nós atenção e coragem para enfrentá-los, até que sejam solucionados, com o nosso trabalho e com a graça de Deus. A atitude da avestruz, da fuga, é a pior que existe. Com paz e perseverança busquemos a solução.
8. Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa
Muitos têm reservas enormes de ternura, mas esquecem de expressá-las em voz alta. Não basta amar o outro, é preciso dizer isto também com palavras. Especialmente para as mulheres, isto tem um efeito quase mágico. É um tônico que muda completamente o seu estado de ânimo, humor e bem estar. Muitos homens têm dificuldade neste ponto; alguns por problemas de educação, mas a maioria porque ainda não se deu conta da sua importância. Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer: "eu te amo", "você é muito importante para mim", "sem você eu não teria conseguido vencer este problema", "a tua presença é importante para mim"; "tuas palavras me ajudam a viver"... Diga isto ao outro com sinceridade toda vez que experimentar o auxílio edificante dele.
9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas
Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o seu erro demonstra ser honesta consigo mesma e com o outro. Quando erramos não temos duas alternativas honestas, apenas uma: reconhecer o erro, pedir perdão e procurar remediar o que fizemos de errado, com o propósito de não repeti-lo. Isto é ser humilde. Agindo assim, mesmo os nossos erros e quedas serão alavancas para o nosso amadurecimento e crescimento. Quando temos a coragem de pedir perdão, vencendo o nosso orgulho, eliminamos quase de vez o motivo do conflito no relacionamento, e a paz retorna aos corações. É nobre pedir perdão!
10. Quando um não quer, dois não brigam
É a sabedoria popular que ensina isto. Será preciso então que alguém tome a iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. Tomar esta iniciativa será sempre um gesto de grandeza, maturidade e amor. E a melhor maneira será "não pôr lenha na fogueira", isto é, não alimentar a discussão. Muitas vezes é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro. Outras vezes será por um abraço carinhoso, ou por uma palavra amiga.
Fonte: Canção Nova/ Prof. Felipe Aquino Do livro "Namoro" - Site da Canção Nova (http://www.cancaonova.com/)
Retirado do Portal Salette - O Portal da Reconciliação

www.nsrasalette.org.br

Wessel revela os segredos do filé mignon - TV UOL

òtimo vídeo, ensinando cortar a carne e fazendo o Paillard, que foi p mim uma novidade.

Wessel revela os segredos do filé mignon - TV UOL

"Me arrependo de coisas que disse, mas jamais do meu silêncio"

Xenócrates

Pense em alguém poderoso. Essa pessoa briga e grita como uma galinha ou olha em calmo silêncio, como um lobo? Lobos não gritam. Eles têm uma aura de força e poder. Observam em silêncio. Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio. Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.O erro não dito é um silencioso acerto.Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos. Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis. Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia e continua a trabalhar mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota. Olhe. Sorria. Silencie.Vá em frente.Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar. Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) idéia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques. Não é verdade. Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir. Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal. Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.Você pode escolher o silêncio.Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenócrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar: "me arrependo de coisas que disse, mas jamais de meu silêncio".Durante os próximos sete dias, responda com o silêncio, quando for necessário. Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais. Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não ter que responder em alguns momentos. Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas. E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.Aldo Novak

quarta-feira, 10 de março de 2010

Coração puro

"O que o teu coração sente, emite para o cérebro que o traduz em pensamentos para o bem ou para o mal.
E, por aquilo que pensas, direcionas o teu verbo ou tuas ações que traçarão seu destino de felicidade ou de dor.
Conserva, pois, pureza de coração, para que teus sentimentos, palavras e atos, direcionem teu viver numa rota segura em que o mal fique distante de ti."

Irmã Maria do Rosário - (mensagem recebida pela médium Lucia Cominatto) - Casa do Caminho
Rua Hamonia, 143 - Vila Madalena. São Paulo.SP
Palestras quartas feiras 15:15hs.

Fresh salmon salad


Fresh salmon salad, upload feito originalmente por Sweet Corner1.

Mau comportameto infantil | Supernanny.com.br - Dicas e Artigos sobre educação, comportamento e muito mais.

Você sabia que a IRRITAÇÃO e FRUSTRAÇÃO de um Adulto diante das ações de Crianças mau comportadas, alimentam esse Mau Comportamento criando assim um verdadeiro Círculo Vicioso que perpetua esse Mau comportamento?Vamos supor que uma Criança pratique uma Atitude comum de Mau Comportamento. Entra então em cena, o Adulto, mostrando toda sua Raiva, Indignação e Frustração diante daquele fato. E ele xinga, chama palavrões e outras coisas. Diante disso, a Criança se sente Superior a Ele, e então ela pensa:- A mais importante e poderosa pessoa na minha vida, é incapaz de me corrigir! Ou pensa..- A mais importante pessoa na minha vida, vai ter de suar muito para fazer eu me comportar direito!Ou pensa..- É muito divertido deixar os adultos loucos da vida!Isso gera um Conceito Negativo a respeito de si mesmo.E ela pensa:- Se é tão difícil para os adultos ajudarem na minha correção, devo ser mesmo um caso perdido!Os adultos devem quebrar este Círculo Vicioso substituindo a RAIVA pela Tristeza sincera ou Empatia.
Mau comportameto infantil Supernanny.com.br - Dicas e Artigos sobre educação, comportamento e muito mais.

O filme